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Cinf News – edição 128 (23/03/26)

Empresa diz ter ‘carregado’ cérebro de mosca em computador; pesquisadores dizem que a afirmação é exagerada

À esquerda, a mosca digital em simulação; à direita, o conectoma — a rede de conexões neurais usada no modelo. Especialistas ressaltam: isso não equivale a um cérebro real. — Foto: Eon Systems

Um vídeo curto, compartilhado nas redes sociais, mostra uma mosca digital andando, se alimentando e limpando o próprio corpo.

À primeira vista, parece só mais uma animação. Mas por trás da cena está uma promessa ousada: a de que, pela primeira vez, um cérebro biológico teria sido “copiado” para dentro de um computador e colocado para funcionar.

A afirmação vem da empresa Eon Systems, nos Estados Unidos, e rapidamente viralizou, junto com comparações com filmes de ficção científica e previsões sobre até um “upload de mentes humanas”.

O que a empresa fez foi mapear as conexões entre os neurônios do cérebro da mosca e usar esse mesmo mapa para controlar um corpo virtual em simulação: um avanço real e inédito, reconhecem os pesquisadores.

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China ultrapassa Japão na liderança global do mercado automotivo

China ultrapassa Japão na liderança global do mercado automotivo

A liderança global da indústria automotiva mudou de mãos. A China ultrapassou o Japão e se tornou o maior player global do setor, encerrando mais de 20 anos de domínio japonês. O avanço é sustentado por números que não deixam dúvida: as montadoras chinesas já vendem mais veículos globalmente do que as japonesas, com vantagem de milhões de unidades.

Mas o dado mais importante não é o ranking. É o que ele representa.

Não é volume. É estratégia.
Durante décadas, o Japão liderou com eficiência, qualidade e expansão global. A China está vencendo com outra abordagem: escala combinada com tecnologia e velocidade de execução.

Hoje, o país não apenas produz mais — ele redefine o que significa competir nesse mercado.

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Seis ideias do SXSW 2026 que mostram para onde o mundo está indo

Seis ideias do SXSW 2026 que mostram para onde o mundo está indo

O South by Southwest 2026 deixou uma mensagem clara em várias palestras: o futuro não está sendo moldado por tendências isoladas, mas pelo encontro entre diferentes transformações tecnológicas, sociais e econômicas.

A futurista Amy Webb resumiu bem esse momento ao afirmar que relatórios de tendências tradicionais começam a perder relevância em um mundo que muda rápido demais. O que realmente importa agora são as convergências — momentos em que diferentes tecnologias e mudanças sociais se combinam e criam novas realidades.

A partir dessa perspectiva, algumas ideias recorrentes apareceram ao longo do festival e ajudam a entender para onde o mundo pode estar caminhando.

1. O futuro será definido por convergências

Durante muito tempo, relatórios de inovação tentaram prever o futuro olhando para tendências isoladas. No entanto, muitas das mudanças que estão redesenhando setores inteiros da economia surgem justamente quando diferentes transformações se encontram.

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O metaverso acabou. E a Meta já estava de olho na próxima aposta há tempo

O metaverso acabou. E a Meta já estava de olho na próxima aposta há tempo.

Em 2021, Mark Zuckerberg fez uma das apostas mais audaciosas da história recente do Vale do Silício. Mudou o nome da empresa de Facebook para Meta, colocou bilhões de dólares na construção de mundos virtuais e declarou que o metaverso seria o futuro da interação humana. Quatro anos depois, o Horizon Worlds — o projeto que deveria ser o coração dessa visão — está sendo encerrado.

A Meta anunciou oficialmente as mudanças no dia 17 de março. O movimento é cirúrgico e definitivo.

O que está sendo desligado — e quando

O cronograma de encerramento já está definido. A partir de 31 de março de 2026, o Horizon Worlds deixa de aparecer na loja dos headsets Meta Quest, assim como o aplicativo Events. Os mundos de interação Horizon Central, Events Arena, Kaiju e Bobber Bay serão removidos da plataforma.

Em 16 de junho de 2026, o aplicativo é removido dos headsets por completo, deixando de funcionar em realidade virtual. Apenas versões otimizadas para dispositivos móveis continuarão disponíveis — o que, na prática, representa uma sobrevida simbólica, não uma continuidade estratégica.

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