Empresa da Embraer anuncia acordos para encomendas de até 46 ‘carros voadores’ com clientes dos EUA e da Suíça
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/O/O/4HXc90RUGsdVjQRSdmGw/2026-03-25t150624z-368429927-rc2qbkax0yv2-rtrmadp-3-brazil-gripen.jpg)
A Eve Air Mobility, empresa da Embraer especializada em mobilidade aérea avançada, anunciou dois novos acordos que somam pedidos de até 46 aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical (eVTOLs), conhecidas como “carros voadores“.
Um dos acordos foi firmado com a Moov, empresa de aviação sediada na Suíça, que manifestou interesse na aquisição de até 30 eVTOLs. Além da possível compra das aeronaves, as empresas vão estudar a implantação da mobilidade aérea avançada em Cabo Verde e na Europa.
Entre as aplicações previstas estão voos turísticos, transporte entre aeroportos, portos e resorts, além de conexões entre as ilhas de São Vicente, Santo Antão, Sal, Praia e Boa Vista. As empresas também avaliam o uso das aeronaves para transporte médico e inspeção de infraestrutura.
Índia dá passo histórico com lançamento de primeiro foguete privado
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/G/5/cB5DM5QcKHRpwglbPICA/afp-20260718-c2hw4dh-v1-midres-indiaspacerocketryscience-1-.jpg)
O primeiro foguete desenvolvido por uma empresa privada na história da exploração espacial da Índia foi lançado com sucesso neste sábado (18), a partir do centro espacial de Sriharikota, no sul do país, anunciou a fabricante Skyroot.
Com 23 metros de altura, o foguete Vikram-1 decolou às 12h05 no horário local (3h35 em Brasília) e, pouco mais de 15 minutos depois, alcançou sua órbita operacional, a cerca de 450 milhas (724 quilômetros) de altitude, sem registrar problemas.
O veículo foi projetado para colocar em órbita baixa satélites de até 350 quilos. No voo inaugural, transportou dispositivos de demonstração desenvolvidos por pequenas empresas indianas.
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, comemorou o feito na rede social X. “A participação crescente do setor privado abre novas fronteiras e acelera a inovação”, escreveu.
Starship não decola, ações da SpaceX caem e fortuna de Musk encolhe
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/i/W/KOhvE3TFajtip17A34hw/2026-06-12t134403z-1228447360-rc2dslascqpj-rtrmadp-3-spacex-ipo.jpg)
O voo da Starship não saiu do papel — nem da plataforma de lançamento — na última quinta-feira (16), mas o adiamento da missão já teve reflexos no mercado financeiro.
Nesta sexta-feira (17), por volta das 13h, as ações da SpaceX caíam cerca de 5% na Bolsa de Nova York, depois que a empresa cancelou a 13ª tentativa de lançamento do foguete devido a uma falha no funcionamento de parte dos motores.
A reação do mercado ampliou as perdas acumuladas desde a abertura de capital da companhia. Os papéis, que estrearam cotados a US$ 160,95, encerraram o pregão de quinta-feira a US$ 131,11, acumulando desvalorização de cerca de 18,5%.
Com o recuo das ações, a fortuna do fundador da SpaceX, Elon Musk, encolheu cerca de US$ 45 bilhões em um único dia, segundo estimativas da “Forbes”.
Mesmo após a perda, o empresário continua na liderança do ranking das pessoas mais ricas do mundo, com patrimônio estimado em US$ 792,8 bilhões.
Na Novo Nordisk, atrito com as redes de farmácias e o desejo de emplacar o Wegovy no SUS

A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, fabricante das canetas Ozempic e Wegovy, que têm a semaglutida como princípio ativo, encontrou dois caminhos para tentar voltar a recuperar terreno no mercado brasileiro após perder a liderança das vendas no Brasil para o Mounjaro, caneta à base de tirzepatida, da americana Eli Lilly.
O primeiro plano da Novo Nordisk está em insistir com a incorporação da semaglutida ao Sistema Único de Saúde (SUS), que foi negada no ano passado. O segundo, e mais controverso, causou grande ruído, que foi o início da venda direta das canetas em uma plataforma, sem passar pelas farmácias.
Levantamento da Close-Up International Brasil mostra que, no acumulado de 12 meses, de maio de 2025 – quando o Mounjaro chegou às farmácias – até maio deste ano, o produto da farmacêutica assumiu a liderança nas vendas no varejo nacional.
No período, o mercado chegou a R$ 13,3 bilhões, com o Mounjaro alcançando R$ 8,5 bilhões em vendas no período. Isso representa 64% de tudo que foi vendido no segmento de GLP-1 no País no período analisado.
O Wegovy ficou em segundo, com R$ 3,7 bilhões, seguido pelo Ozempic, com R$ 1,1 bilhão. Isso significa que, sozinho, o produto da Eli Lilly, vende hoje quase o dobro das duas canetas somadas da Novo Nordisk.
Novo Sol? Startup quer levar espelhos ao espaço para iluminar a Terra à noite
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/Y/a/2b9hbcSQOXUxap0PYUGA/10cli-solar-mirror-superjumbo.avif)
A empresa recebeu autorização da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) para realizar o primeiro lançamento, mas a licença vale apenas para o satélite experimental. A implantação da constelação completa dependerá de novas aprovações dos órgãos reguladores.
Segundo a Reflect Orbital, o satélite utilizará um espelho refletor de cerca de 18 metros para redirecionar a luz solar a uma área limitada da superfície terrestre. A tecnologia não cria uma fonte artificial de luz, mas funciona como um grande espelho em órbita, refletindo a iluminação natural do Sol.