Startup brasileira cria ‘cérebro’ com IA para deixar robôs mais inteligentes; g1 conheceu o projeto
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Uma startup brasileira quer dar aos robôs uma coisa que muitos deles ainda não têm: um cérebro 🧠. A proposta é transformar máquinas que hoje fazem tarefas simples em equipamentos capazes de entender o ambiente e agir de forma mais autônoma.
O g1 conheceu o projeto durante a São Paulo Innovation Week, evento de tecnologia e inovação, realizado em maio na capital paulista.
A criação do equipamento é da BotBot, startup fundada em janeiro de 2025 em São Paulo. O objetivo é que os robôs deixem de apenas executar movimentos programados e passem a interpretar informações do ambiente ao redor.
Com isso, eles podem ser usados em atividades como rondas patrimoniais, inspeções de segurança e monitoramento de áreas de risco.
“Ultimamente, a gente tem visto muito robô por aí. Eles fazem dancinhas e várias coisas diferentes. Mas, quando pensamos em aplicações para a indústria ou para a vida real, ainda falta utilidade prática. Usando IA, o BotBrain [nome do “cérebro”] é o que realmente deixa o robô mais útil e funcional”, diz Danielle Santos, chefe de projetos da BotBot.
Amazon traz Alexa+ ao Brasil e aposta em IA como o ChatGPT para renovar assistente virtual
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A Amazon anunciou nesta quinta-feira (18) o lançamento da Alexa+ no Brasil. A nova versão da assistente virtual passa a usar inteligência artificial generativa, tecnologia semelhante à do ChatGPT, e agora é capaz de executar tarefas mais complexas.
A Alexa+ já estava disponível nos Estados Unidos desde 2025 e chega agora ao Brasil custando R$ 99,90 por mês para quem quiser contratar separadamente. Já os assinantes do Amazon Prime, que custa R$ 19,90 mensais, terão acesso à nova versão sem custo adicional.
A Amazon afirma que a Alexa “turbinada” funcionará na maioria dos dispositivos Echo, com exceção dos modelos de primeira geração. O recurso começa a ser liberado gradualmente aos clientes a partir desta quinta-feira. Os interessados podem entrar na fila de acesso pelo site da Amazon ou dizendo “Alexa, quero Alexa+” para a assistente.
“Dezenas de milhares de clientes serão convidados nas próximas semanas, com expansão contínua”, afirmou a empresa.
A Lua pode virar economia? A aposta por trás dos trilhões de dólares da SpaceX
Mais de meio século depois do primeiro passo humano na Lua, a SpaceX tenta convencer investidores de que o próximo grande salto será econômico.
Embora ainda não existam minas, fábricas ou centros de processamento de dados operando fora da Terra, parte da avaliação de US$ 1,75 trilhão (R$ 8,93 trilhões) atribuída à companhia — que estreia na bolsa nesta sexta-feira (12) —, reflete a expectativa de que atividades desse tipo se tornem economicamente viáveis nas próximas décadas.
Essa visão aparece de forma explícita nos documentos apresentados à Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado de capitais dos Estados Unidos equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no Brasil.
Neles, a empresa de Elon Musk define o espaço como “a maior fronteira econômica da história humana” e argumenta que a queda dos custos de lançamento está abrindo caminho para uma nova fase de expansão produtiva além da Terra.
🌐 Entre os projetos citados estão sistemas de geração de energia solar na superfície lunar, a extração de gelo para a produção de combustível, o aproveitamento de recursos minerais e a construção de fábricas capazes de produzir satélites e componentes eletrônicos.
🚀 Os planos incluem ainda um sistema de lançamento eletromagnético a partir do satélite natural, numa espécie de “catapulta gigante” projetada para enviar cargas ao espaço sem a necessidade de foguetes.
Tecnova mobiliza R$ 588 milhões para transformar conhecimento em negócios em todo o País

Soluções que podem melhorar serviços, gerar empregos, fortalecer cadeias produtivas e ampliar a competitividade da economia brasileira começam, muitas vezes, dentro de pequenas empresas. Para ampliar essas oportunidades, a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram nesta terça-feira (16) o Tecnova 2026/2027. Considerado o maior programa de subvenção econômica voltado a micro e pequenas empresas inovadoras do País, contará com cerca de R$ 588 milhões, sendo R$ 360 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e aproximadamente R$ 228 milhões em contrapartidas estaduais e distrital.
O programa apoiará mais de 700 empresas em todas as unidades da Federação. Os recursos serão destinados ao desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica com base científica, além de ações de aceleração e internacionalização. A iniciativa integra a estratégia do Governo do Brasil de ampliar a capacidade nacional de transformar pesquisa em produtos, processos e serviços capazes de chegar ao mercado e à sociedade.
El Niño volta a preocupar — e pode afetar o preço da comida no planeta

O avanço do El Niño para o ciclo 2026/27 voltou a colocar a produção global de alimentos em alerta. O fenômeno pode pressionar safras em diferentes regiões do mundo, mas o cenário atual é um pouco menos alarmante do que em eventos anteriores, principalmente por causa dos estoques elevados de grãos acumulados nos últimos anos.
Ainda assim, especialistas seguem monitorando a evolução do clima com atenção. Secas mais intensas, chuvas fora de padrão e impactos regionais continuam no radar das previsões associadas ao fenômeno.
O que muda neste El Niño em relação aos anteriores
O El Niño costuma provocar calor e seca em grandes áreas da Ásia, além de chuvas mais fortes em partes das Américas. Em episódios passados, esses efeitos estiveram ligados a perdas agrícolas relevantes, incêndios florestais, enchentes e prejuízos bilionários.
Desta vez, informa a Reuters, o ponto de equilíbrio vem dos estoques globais, que cresceram após anos seguidos de boas colheitas em grandes países produtores. Isso altera a forma como o mercado reage ao risco climático, ao menos no curto prazo.