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CINF News – Edição 132 (27/04/26)

Brasil e China Ampliam Cooperação Espacial

Brasil e China ampliam parceria espacial e vão lançar radiotelescópio; veja  vídeo - O Matogrossense

O Brasil participou como país convidado de honra do China Space Day 2026, em Chengdu, reforçando uma parceria espacial de 38 anos que já colocou em órbita satélites do programa CBERS usados para monitorar a Amazônia. Os dois países agora negociam o CBERS-6, equipado com radar que gera imagens mesmo sob chuva, e o CBERS-5, que será o primeiro satélite geoestacionário da cooperação. A missão amplia a autonomia tecnológica brasileira na geração de dados ambientais.
A China convidou o Brasil como país de honra do China Space Day 2026, o principal evento do setor espacial chinês, realizado em Chengdu, na província de Sichuan. A distinção reflete uma cooperação que já dura 38 anos e que produziu os satélites do programa CBERS (China-Brazil Earth Resources Satellite), utilizados diariamente por sistemas como Deter e Prodes para monitorar desmatamento, incêndios e uso do solo na Amazônia e em outros biomas brasileiros. A delegação do MCTI foi liderada pelo chefe de gabinete Rubens Diniz e incluiu representantes da Agência Espacial Brasileira e do INPE.
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Mobilidade sustentável ganha R$ 120 milhões em apoio a projetos inovadores

Mobilidade sustentável ganha R$ 120 milhões em apoio a projetos inovadores  — Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Tecnologias ainda em fase de desenvolvimento, como veículos mais eficientes, sistemas inteligentes de transporte e soluções para reduzir emissões, passam a contar com apoio para avançarem no País por meio do novo edital de mobilidade sustentável do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). A chamada destina R$ 120 milhões em recursos não reembolsáveis para projetos no setor de transporte, com foco em levar inovações do ambiente de pesquisa para aplicações concretas. 

As propostas podem ser enviadas até 31 de agosto de 2026. A iniciativa integra a segunda rodada do programa Mais Inovação Brasil e compõe um conjunto de 13 editais que somam R$ 3,3 bilhões, alinhados à política industrial Nova Indústria Brasil.  

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Google promete investir quase R$ 1 trilhão em IA e data centers – Brasil será comtemplado

O Google planeja ampliar significativamente seus investimentos em infraestrutura tecnológica em 2026, impulsionado pela expansão da inteligência artificial e da computação em nuvem. Durante a divulgação dos resultados do quarto trimestre e do ano fiscal de 2025, a empresa informou que espera aportar entre US$ 175 bilhões e US$ 185 bilhões neste ano, valores próximos a R$ 1 trilhão, aproximadamente o dobro do total investido em 2025.

No ano passado, o capex da companhia somou US$ 91,4 bilhões (R$ 477 bilhões), majoritariamente destinados à infraestrutura técnica: cerca de 60% foram aplicados em servidores e 40% em data centers e redes. Ao longo de 2025, a previsão inicial de US$ 75 bilhões em investimentos foi revisada duas vezes para cima. Apenas no quarto trimestre, o Google investiu US$ 27,9 bilhões, acima dos US$ 24 bilhões do terceiro trimestre, US$ 22,4 bilhões do segundo e US$ 17,2 bilhões do primeiro.
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OpenAI lança GPT-5.5 com IA autônoma e novas funções

Logo da OpenAI

A OpenAI anunciou, nesta quinta-feira (23), o lançamento do GPT-5.5, novo modelo de Inteligência Artificial (IA), com habilidades agênticas. Além de responder perguntas, esta versão será capaz de planejar, utilizar ferramentas e operar softwares de forma autônoma.

Segundo a empresa, a finalidade da atualização é captar a intenção do usuário mais rapidamente e realizar análise de dados, pesquisa e interação entre ferramentas de forma simultânea. O grande diferencial está no que a indústria tem chamado de IA agêntica: não são necessárias tantas instruções para a realização de tarefas completas.

Apesar de mais complexo, o novo modelo opera com a mesma eficiência do anterior, o GPT-5.4. O upgrade está na quantidade de tokens necessários para realizar as mesmas tarefas, otimizando o tempo.

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As cinco tecnologias que devem definir os próximos 25 anos: e porque isso importa agora

As cinco tecnologias que devem definir os próximos 25 anos: e porque isso importa agora

O Wall Street Journal reuniu especialistas para responder uma pergunta simples — e poderosa: quais tecnologias vão realmente transformar o mundo nas próximas décadas?

A resposta não veio com hype vazio.

Veio com direção.

E ela aponta para cinco movimentos que não são ficção científica — são trajetórias já em andamento.

O que está sendo construído (agora)

Entre as previsões mais relevantes, cinco se destacam:

  • Interfaces cérebro-computador: dispositivos controlados pelo pensamento podem substituir telas e teclados, tornando a interação com tecnologia praticamente invisível
  • Robôs humanoides em casa: assistentes físicos capazes de cuidar, ajudar e interagir com pessoas no cotidiano
  • Mineração espacial: exploração de recursos na Lua e em asteroides, viabilizada por IA e robótica
  • Controle climático local: empresas poderão influenciar microclimas para proteger plantações ou otimizar ambientes
  • Fusão nuclear viável: energia limpa, praticamente ilimitada, deixando de ser teoria para se tornar infraestrutura

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