“Foi difícil explicar”, afirma Kazansky, professor de optoeletrônica da Universidade de Southampton, no Reino Unido. Ele trabalhava em colaboração com os pesquisadores da Universidade de Kyoto, no Japão.
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Bitcoin: o que está acontecendo com a criptomoeda?

os últimos meses, o mercado de criptoativos voltou a atravessar um período de forte volatilidade. Após ciclos de valorização expressiva e crescente interesse institucional, o preço do Bitcoin passou por uma nova correção relevante, reacendendo debates sobre a sustentabilidade do setor e os limites desse mercado ainda relativamente jovem.
Movimentos bruscos de preço, liquidações em mercados de derivativos e mudanças no cenário macroeconômico global têm pressionado não apenas o Bitcoin, mas todo o ecossistema de ativos digitais. Em momentos como esse, voltam a surgir questionamentos sobre a solidez do mercado cripto.
No entanto, quem observa a trajetória do Bitcoin com um horizonte mais amplo percebe que esse tipo de movimento está longe de ser uma novidade.
Desde sua criação, em 2009, o ativo se desenvolveu por meio de ciclos bastante claros: períodos de forte euforia são seguidos por correções profundas, que por sua vez dão lugar a novas fases de expansão. Em diversas ocasiões, essas quedas foram interpretadas como o “fim do Bitcoin”. Ainda assim, ao longo do tempo, o mercado demonstrou uma capacidade recorrente de se reorganizar, amadurecer e atrair novas camadas de capital, tecnologia e infraestrutura.
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Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
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O empreendedorismo e a inovação ganharam um novo impulso no Alto Vale do Itajaí. Nesta segunda-feira, 16, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, inaugurou a ampliação do Centro de Inovação de Rio do Sul e lançou mais uma edição do programa Centelha, executado no estado pela Fapesc (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina).
A nova estrutura do CINF (Centro de Inovação Norberto Frahm) recebeu investimento de aproximadamente R$10 milhões, ampliando a capacidade do espaço dedicado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas, ao fortalecimento de startups e à geração de novos negócios na região. A cerimônia de entrega dos novos espaços contou com a presença de autoridades do Governo de Santa Catarina, além de representantes do ecossistema de inovação, lideranças regionais, empreendedores e instituições de ensino.
“Nós estamos criando condições para que os catarinenses inovem, desenvolvam novos negócios e gerem mais emprego e renda no estado. Eu não tenho dúvidas de que esse investimento aqui vai impulsionar a economia de todo o Alto Vale do Itajaí, fomentar a região e gerar oportunidades de empregos qualificados pra atender as necessidades locais. Enfim, nós estamos fazendo isso em todas as regiões de Santa Catarina porque somos parceiros do empreendedor catarinense”, disse o governador Jorginho Mello.
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