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Cinf News – Edição 121 (02/02/26)

Órgão criado na pandemia mantém homem vivo por 48 horas até transplante

Pulmões: tecnologia substituiu temporariamente a função pulmonar enquanto paciente de 33 anos aguardava novos órgãos (Manan Vatsyayana/AFP)

Um órgão artificial manteve um homem de 33 anos vivo por 48 horas após a retirada de seus pulmões, até a realização de um transplante duplo. O procedimento inédito foi realizado por médicos da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, e descrito em estudo publicado na revista científica Nature.

Os pulmões do paciente precisaram ser completamente removidos devido a uma infecção grave. A partir desse momento, ele passou a depender de um pulmão artificial externo, desenvolvido para manter a circulação sanguínea e a função cardíaca enquanto o transplante era preparado.

Diferentemente de tecnologias convencionais de suporte respiratório, o sistema criado pela equipe mantém o fluxo contínuo de sangue pelo coração. Essa característica reduz o risco de coágulos e falência cardíaca durante a ausência dos pulmões.

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Atraso em patentes trava inovação e afeta competitividade

O Brasil caiu pelo segundo ano consecutivo no Índice Global de Inovação (IGI), ficando na 52ª posição entre 139 economias avaliadas. O ranking, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), avalia desde investimentos em pesquisa até a capacidade de transformar conhecimento em produtos e impacto econômico.

Em paralelo à queda no ranking, o país registrou o menor número de patentes em cinco anos, segundo dados oficiais – um sinal de que o gargalo não é apenas conceitual, mas se traduz em produção tecnológica real.

Entre 2015 e 2022, o Brasil perdeu cerca de 6,7 mil cientistas, segundo estimativas do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A evasão de pesquisadores é apontada por especialistas como um efeito direto da falta de previsibilidade institucional, que limita oportunidades, encurta horizontes de pesquisa e empurra talentos para mercados mais seguros.

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NASA pede para que o mundo inteiro se prepare para o dia 06/02

nasa

Mais de 50 anos depois da missão Apollo 17, a NASA, agência espacial dos Estados Unidos, está preparando mais uma missão para a Lua. Muito em breve, quatro astronautas vão embarcar na cápsula Órion em direção ao nosso satélite natural. Eles não vão pousar na Lua, mas vão ter um voo de dez dias ao redor dela.

O lançamento está previsto para a semana que vem, no dia 6 de fevereiro, às 23h41 (no horário de Brasília). Mas calma: dependendo de qualquer problema que vier a ser identificado, a primeira janela de lançamento vai até o dia 11 do mesmo mês – e novas janelas podem ser abertas se qualquer questão vier à tona.

Nave que vai levar humanos à Lua tem falha
De acordo com a CNN Brasil, apesar da viagem estar confirmada, a espaçonave que vai enviar a tripulação à lua tem uma falha conhecida. Segundo o site, a agência espacial até teria sido aconselhada a não fazer a missão com humanos a bordo, mas a NASA acredita que a questão está sob controle e que a tripulação pode voltar à Terra em segurança.
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Nubank nos EUA: o “roxinho” obteve liberação para operar no maior mercado financeiro do mundo

Nubank anos EUA: o “roxinho” obteve liberação para operar no maior mercado financeiro do mundo

A fintech brasileira conquista aprovação regulatória para se transformar em banco nos Estados Unidos, um movimento que pode redesenhar sua trajetória global.

O Nubank deu um passo que poucos imaginavam tão cedo: recebeu um aval condicional do órgão regulador bancário dos Estados Unidos (Office of the Comptroller of the Currency – OCC) para constituir um banco nacional no país — o chamado Nubank, N.A..

Essa autorização não é oficialização final, mas coloca a fintech em uma posição estratégica inédita: entrar no mercado financeiro norte-americano sob uma licença federal completa, com capacidade para oferecer contas de depósito, empréstimos, cartões de crédito e até custódia de ativos digitais dentro da estrutura legal dos EUA.

Do Brasil para Wall Street: por que isso importa
O Nubank já é um gigante latino-americano, com mais de 110 milhões de clientes e atuação consolidada no Brasil, México e outros países da região. Mas operar como banco nos EUA é outra dimensão de relevância.
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Após cinco anos e bilhões investidos, Meta demite milhões de funcionários do metaverso

A Meta investiu bilhões em seu metaverso nos últimos anos e queria transformar o mundo digital em um dos principais pilares da empresa. A mudança de nome da empresa de Facebook para Meta, em 2021, também deixou claro esse passo.

Mas, pouco menos de cinco anos após essa reorientação, agora tudo parece ter chegado ao fim. Segundo um relatório do The New York Times, a empresa teria demitido cerca de 1.500 funcionários de sua divisão “Reality Labs”. E outras áreas do setor de VR também teriam sido afetadas:

Estúdios que deveriam produzir conteúdos especificamente para o metaverso — entre eles Armature Studio (“Resident Evil 4 VR”), Twisted Pixel (“Marvel’s Deadpool VR”) e Sanzaru (“Asgard’s Wrath”) — teriam sido fechados.
O aplicativo de fitness em VR Supernatural, que a Meta havia adquirido em 2023 por 400 milhões de dólares, não vai mais produzir novos conteúdos e deve entrar em “modo de manutenção”.

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