Musk diz que robôs da Tesla serão vendidos a partir de 2027 e que todos terão um humanoide no futuro
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O bilionário Elon Musk disse nesta quinta-feira (22) que a Tesla deve começar a vender seus robôs para o público até o final de 2027 e avaliou que, no futuro, todas as pessoas terão um humanoide como assistente.
“Provavelmente em algum momento do próximo ano, até o final do próximo ano, acho que estaremos vendendo robôs humanoides ao público”, disse Musk durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.
O robô da Tesla é batizado de Optimus e teve o primeiro protótipo revelado em 2022. Na época, Musk disse que a divisão de humanoides da empresa poderia faturar mais do que a de veículos.
Em sua fala em Davos nesta quinta, o bilionário disse que algumas unidades do robô Optimus já são usadas para realizar tarefas simples na fábrica da Tesla.
Segundo ele, os dispositivos farão coisas mais complexas até o final de 2026.
Will Bank encerra a era do “café com leite” para as fintechs

Durante anos, as fintechs brasileiras operaram sob o signo da inovação, com menos peso regulatório, mais tolerância a experimentações e uma narrativa quase consensual de que qualquer freio poderia matar o crescimento. Nesses primeiros anos, essas startups eram tratadas como experimentais, em um contexto no qual erros eram relativizados em nome da disrupção. Mas esse período “café com leite” chegou ao fim. Em um mercado em que muitas fintechs já têm escala, impacto sistêmico e milhões de clientes, elas passam a ser tratadas como parte central do sistema financeiro.
O caso envolvendo o Will Bank reacendeu o debate sobre riscos, supervisão e responsabilidade no sistema financeiro brasileiro. O episódio trouxe novamente à tona discussões sobre supervisão prudencial, transparência e a necessidade de respostas mais rápidas do regulador para evitar um possível efeito dominó em outras empresas do setor. Também evidenciou um ruído recorrente no debate público: a associação automática entre episódios de crise e o modelo fintech.
Nubank supera 112 milhões de clientes e se torna a maior instituição financeira privada do Brasil

O Nubank se tornou a maior instituição financeira privada do Brasil em número de clientes, conforme os dados divulgados pelo Banco Central, referentes ao fechamento de 2025. A instituição atingiu a marca de mais de 112 milhões de clientes, cerca de 61% da população adulta. Desde 2022, ano em que ingressou no top 5 do ranking, o Nu foi a instituição que mais cresceu proporcionalmente, escalando uma posição por ano. Além da expansão no número de clientes, a excelência no atendimento se manteve com uma das menores taxas de reclamações no ranking do Banco Central.
O crescimento contínuo em sua base veio acompanhado por um engajamento recorde, fruto da estratégia de aprofundamento das relações com os clientes e ampliação do uso dos produtos e serviços do Nubank, como disse Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil, no episódio recente do Nu Videocast: 85% da base de clientes no Brasil manteve-se ativa mensalmente, e a receita média por cliente ativo (ARPAC) atingiu seu patamar histórico mais alto no terceiro trimestre de 2025.
De Campos Planos a Alimentos em 3D: por Que a IA Física Pode Ser a Próxima Revolução no Agro
A agricultura sempre foi medida em hectares, safras e temporadas. As métricas são tão antigas quanto a própria atividade. No entanto, quem trabalha a terra sabe que ela não é uma planilha plana. Os campos mudam sutilmente em elevação, a densidade do solo varia em poucos metros e os microclimas criam bolsões de umidade ou sombra.
Para quem não é agricultor, não é necessário entender todos os aspectos dessa vida. Contudo, para alguém que constrói infraestrutura de inteligência artificial (IA) para indústrias do mundo real, existe uma oportunidade imensamente empolgante dentro da tecnologia que reflete melhor a complexidade que os produtores rurais já entendem intuitivamente e que pode agregar valor exponencial com essa compreensão. Essa é a promessa da IA física.
Visto que os grandes modelos de linguagem aprendem com textos, a IA física aprende com o mundo. Ela é produzida sobre dados 3D estruturados e prontos para simulação que ensinam agentes de IA como objetos, terrenos e sistemas se comportam.
Da garagem ao bilhão: a história dos brasileiros que criaram a Brex e mudaram o jogo do fintech global

Henrique Dubugras e Pedro Franceschi não nasceram em polos tecnológicos tradicionais. Um veio de São Paulo, o outro do Rio de Janeiro.
Mas essa origem longe do Vale do Silício não os impediu de mudar o mercado financeiro global. A dupla se conheceu ainda na adolescência — trocando mensagens no Twitter — e já demonstrava espírito empreendedor: aos 16 anos, fundaram juntos a Pagar.me, uma solução de pagamentos online que foi vendida alguns anos depois para a Stone.
A experiência com pagamentos deu a eles não apenas bagagem técnica, mas uma compreensão profunda de um mercado que estava prestes a explodir. Em 2017, depois de se mudarem para os Estados Unidos e entrarem no acelerador Y Combinator, os dois fundaram a Brex Inc.. O objetivo era simples — porém ambicioso: criar soluções financeiras inteligentes para startups que, nos modelos tradicionais de crédito, tinham dificuldade em conseguir cartões corporativos e ferramentas integradas de gestão de despesas.