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Cinf News – Edição 119 (19/01/26)

O Brasil pode ter reinventado a bateria usando o metal que o mundo inteiro disputa

O Brasil pode ter reinventado a bateria usando o metal que o mundo inteiro disputa

Enquanto o mundo corre atrás de lítio, o Brasil acaba de provar que a próxima fronteira do armazenamento de energia pode ter sotaque nacional. A USP desenvolveu uma bateria de nióbio funcional, recarregável, com 3 volts e operando fora do laboratório — e o mais importante: o protótipo já entrou em testes industriais reais.

Não é paper acadêmico. É tecnologia em rota de mercado.

A pesquisa é liderada pelo professor Frank Crespilho, do Instituto de Química de São Carlos, e resolve um problema que por décadas travou o uso do nióbio em baterias: a degradação do metal em ambientes eletroquímicos, especialmente na presença de água e oxigênio.

O avanço nasceu de uma inspiração pouco óbvia: processos biológicos. Crespilho criou um sistema de proteção inteligente chamado NB-RAM (Niobium Redox Active Medium), capaz de controlar o ambiente químico da bateria e permitir que o nióbio alterne seus estados eletrônicos sem se degradar.

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Eve, da Embraer, realiza primeiro voo do protótipo do ‘carro voador’ com sucesso

Eve, da Embraer, realiza primeiro voo do protótipo do 'carro voador' com sucesso

A Eve, subsidiária da Embraer, concluiu com sucesso o primeiro voo do protótipo não tripulado em escala real da aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical (eVTOL, na sigla em inglês). Os testes, que abrem espaço para a certificação do “carro voador”, foram conduzidos na unidade da Embraer em Gavião Peixoto, em São Paulo.

Após atingir este marco, a empresa reforça a expectativa de iniciar a operação comercial do eVTOL em 2027. Os próximos passos incluem a realização de centenas de voos ao longo de 2026, expandindo gradualmente o envelope para a transição para voos totalmente sustentados pelas asas (wingborne flight).

A Eve produzirá seis protótipos certificáveis para testes em voo com foco na certificação da aeronave. Enquanto isso, segue trabalhando em colaboração com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), autoridade primária do eVTOL da Eve, para avançar na regulação e no processo de certificação.
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O ChatGPT precisa “pagar a conta”: os anúncios chegaram

O ChatGPT precisa "pagar a conta": os anúncios chegaram

O movimento marca uma virada clara no modelo de negócios da empresa — e revela uma verdade incômoda sobre a economia da inteligência artificial.

IA é poderosa. Mas é cara. Muito cara.

Os testes começam nas próximas semanas, inicialmente nos Estados Unidos, e atingem apenas usuários do plano gratuito e do novo ChatGPT Go, de US$ 8 por mês. Os anúncios aparecerão ao final das respostas, apenas quando houver relevância com a conversa, e serão explicitamente identificados como conteúdo patrocinado. Usuários dos planos pagos — Plus, Pro, Business e Enterprise — ficarão fora dessa experiência.

Publicidade entra, dados não saem

A OpenAI sabe que pisa em terreno sensível. Por isso, reforçou compromissos claros: os anúncios não influenciam as respostas do modelo, os dados dos usuários não serão vendidos e os anunciantes não terão acesso às conversas. A personalização será opcional — e totalmente desativável.

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Futuro do dinheiro: Accenture vê virada nos pagamentos com IA e stablecoins

Accenture (Creative Commons/Flickr)

A transformação dos meios de pagamento avança em ritmo acelerado com a combinação de moedas digitais, automação e inteligência artificial. É o que aponta a nova pesquisa “Futuro do Dinheiro”, da Accenture, que analisa como tecnologias emergentes estão mudando a forma como pessoas e empresas movimentam, armazenam e gerenciam recursos financeiros. O estudo mostra que os chamados pagamentos agênticos, realizados por sistemas autônomos baseados em IA, ganham espaço no mercado, ao mesmo tempo em que ampliam preocupações com fraude e confiança.

Segundo o levantamento, 79% dos bancos já conduzem projetos-piloto de soluções de pagamentos agênticos ou autônomos. Do lado da demanda, 57% das empresas acreditam que esse modelo será dominante em até três anos, sobretudo em serviços recorrentes, como contas de consumo, além de processos como detecção de fraude, bloqueio de pagamentos, estornos e liquidação automática com fornecedores. Para suportar esse novo fluxo, 50% das organizações já atualizam seus sistemas para lidar com picos de transações iniciadas por agentes digitais.

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Pagamentos no centro da estratégia: a disrupção do varejo

 (metamorworks/Getty Images)

O que antes era apenas uma transação financeira (e, para o consumidor, um momento de interrupção na jornada de compra) tornou-se o epicentro das estratégias de retenção e conversão no varejo brasileiro e global. Estamos diante de uma revolução impulsionada pela tecnologia, pelo entendimento profundo do comportamento do consumidor e pelo poder da inteligência artificial em todas as áreas do negócio.

No Brasil, referência mundial em digitalização financeira, as tendências apresentadas na NRF Big Show 2026, maior evento de varejo do planeta, apontam para um futuro de pagamentos invisíveis, programáveis e seguros.

A discussão sobre omnichannel mudou. Não basta “estar em todos os lugares”: é preciso garantir que a experiência seja idêntica em cada ponto de contato. Hoje, o consumidor espera fluidez total, se a loja física não oferece a mesma facilidade do app, sua marca está criando atrito e perdendo relevância.

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