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Cinf News – Edição 101 (25/08/25)

SpaceX prepara 10º voo da Starship após histórico de falhas; entenda

SpaceX de Elon Musk deve lançar seu enorme foguete Starship pela décima vez a partir do Texas neste domingo (24) para atingir vários marcos de desenvolvimento há muito buscados, mas que foram perdidos devido a testes anteriores que terminaram em falhas iniciais.
O propulsor Super Heavy, de 70 metros de altura, e sua metade superior, a Starship, de 52 metros de altura, estavam empilhados em um suporte de lançamento nas instalações de foguetes Starbase da SpaceX, antes do horário de decolagem previsto para as 20h30 (horário de Brasília). Musk deve fornecer uma atualização sobre o progresso do desenvolvimento da Starship antes do lançamento do foguete no domingo.

O desenvolvimento do foguete de próxima geração da SpaceX, o centro do poderoso futuro dos negócios de lançamento da empresa e das ambições de Musk em Marte, enfrentou repetidos contratempos neste ano, já que a Nasa espera usar o foguete já em 2027 para seu primeiro pouso tripulado na Lua desde o programa Apollo.

O futuro do negócio de internet via satélite Starlink da SpaceX, uma importante fonte de receita para a empresa, que foi implantada pelo poderoso Falcon 9 da SpaceX, também está ligado ao sucesso da Starship. Musk está interessado em usar a maior força de sustentação da Starship para lançar em órbita satélites Starlink maiores, projetados para expandir a largura de banda da constelação.

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Câmara debate criação de reserva estratégica de Bitcoin

Bitcoin. (Foto: Pixabay)

A Câmara dos Deputados está analisando um projeto de lei que propõe a criação de uma reserva estratégica de Bitcoin para o Brasil, a exemplo do que está sendo feito por Donald Trump, nos Estados Unidos. O texto será debatido pela Comissão de Desenvolvimento Econômico da Casa nesta quarta-feira (20), às 16h.

De autoria do deputado Eros Biondini (PL/MG), o Projeto de Lei 4501/24 prevê a compra de criptomoedas pelo governo federal como forma de diversificar os ativos financeiros de suas reservas internacionais, além de fomentar o uso de tecnologia blockchain e garantir lastro para a emissão do Drex.

Em janeiro de 2025, o estoque das reservas internacionais brasileiras em dólar somava US$ 328,3 bilhões. Segundo o texto do projeto, a aquisição de criptomoedas seria limitada a até 5% das reservas internacionais, o que significaria a compra de cerca de US$ 16,415 bilhões em moedas digitais.

O debate desta quarta-feira atende a um pedido do deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), que sugeriu colher a visão técnica de órgãos e entidades sobre o projeto para aperfeiçoar o texto da proposta.

Para o parlamentar, a iniciativa dialoga com a regulamentação da economia digital e com o marco regulatório dos ativos virtuais, em implementação pelo Banco Central.

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Por que os EUA querem adquirir 10% da Intel

Intel

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (22) que o país fechou um acordo com a Intel para adquirir 10% de participação na fabricante de chips, que tem passado por um período de dificuldades, enquanto perde competitividade para rivais asiáticas, como TSMC. A intervenção estatal em companhias do setor privado tem se intensificado no governo Trump, como tentativa de garantir a soberania tecnológica e industrial do país.

Neste ano, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos se tornou o maior acionista da mineradora de terras raras MP Materials, adquirindo cerca de 15% da companhia, como parte de uma estratégia para diminuir a dependência da China em metais usados para a fabricação de eletrônicos, veículos elétricos e armamentos.

O governo americano também obteve uma golden share (ação com poder de veto) na siderúrgica US Steel, garantindo influência estratégica sem controle majoritário formal.

Fã ou hater?
O acordo para a aquisição de 10% das ações da Intel pelos EUA vem na esteira de uma reunião entre o presidente Donald Trump e o presidente da companhia, Lip-Bu Tan, nascido na Malásia, que esteve na Casa Branca no dia 11 de agosto. O encontro aconteceu depois de o presidente dos EUA pedir a renúncia do CEO, alegando possíveis conflitos de interesse ligados à China.

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