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Cinf News – Edição 136 (25/05/26)

Google inaugura centro de engenharia de IA em SP

Novo centro de engenharia do Google em São Paulo. — Foto: Darlan Helder

O Google inaugurou nesta quarta-feira (27) seu segundo centro de engenharia de IA no Brasil. O espaço fica no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), localizado na Cidade Universitária, em São Paulo.

Anunciado em fevereiro de 2024, o novo local terá capacidade para receber até 400 funcionários. Entre as frentes de atuação estão projetos ligados à inteligência artificial e à segurança na internet. O centro também terá foco em parcerias com startups voltadas para IA.

O Google afirma que as equipes trabalharão no desenvolvimento de soluções para ampliar a proteção de usuários em serviços como Gmail e Busca.

Participaram da inauguração o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, Vahan Agopyan, e o presidente do Google no Brasil, Fábio Coelho.

Suprema Corte dos EUA rejeita recurso da Meta e mantém processo sobre vício no Instagram

Logo da Meta, empresa dona do Instagram e Facebook. — Foto: Tony Avelar/AP

A Suprema Corte dos Estados Unidos se recusou, nesta terça-feira (26), a analisar um pedido da Meta Platforms para barrar um processo que acusa a empresa de projetar o Instagram para ser viciante para jovens.

O processo é movido pelo procurador-geral de Vermont, e acontece em um momento em que grandes empresas de tecnologia enfrentam grandes riscos legais relacionados à segurança de crianças e adolescentes.

Os juízes rejeitaram o recurso da Meta contra a decisão de um tribunal inferior que permitiu o avanço do processo e também descartaram o argumento da empresa de que os tribunais de Vermont não têm jurisdição sobre a disputa.

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Projeto cria “power bank” gigante para reaproveitar baterias de carros elétricos

O conjunto de baterias está instalado em um semirreboque especialmente desenvolvido para o projeto, formando um Sistema Transportável de Armazenamento de Energia em Baterias, o STAEB. (Divulgação/Divulgação)

O avanço dos veículos elétricos no Brasil começa a abrir uma nova fronteira de desafios para o setor de energia: o destino das baterias quando elas deixam de servir aos carros, mas ainda preservam boa parte da capacidade de armazenamento. É nesse ponto que a Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) decidiu se antecipar.

A companhia desenvolve, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), uma solução móvel para reaproveitar baterias de veículos elétricos em aplicações no sistema elétrico. Na prática, o projeto funciona como uma espécie de “power bank” gigante montado sobre um semirreboque, capaz de levar energia a pontos estratégicos da rede em situações de manutenção, emergência ou aumento temporário de demanda.

Batizado de Celesc Energia a Bordo, o sistema utiliza baterias que já não são mais adequadas para uso automotivo, mas ainda preservam entre 70% e 80% da capacidade original. Essa fase é conhecida no setor como segunda vida das baterias. Depois de cumprir sua função nos veículos, elas podem ser reaproveitadas em sistemas estacionários ou móveis de armazenamento de energia, antes de chegarem à etapa final de descarte ou reciclagem.

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Projeção de US$ 99,85 bilhões: São Paulo Lidera a Transformação Digital do Brasil

São Paulo

Os investimentos em inteligência artificial tiveram um pico histórico em 2021, impulsionados pela digitalização acelerada da pandemia, juros internacionais baixos e expansão dos primeiros modelos de linguagem em larga escala. Desde então, apesar de os investimentos terem caído significativamente, o setor manteve trajetória de crescimento sustentado, impulsionado pela maturidade dos modelos de linguagem e pela expansão do uso corporativo da tecnologia.

O setor de IAmovimentou cerca de US$ 391 bilhões no mundo em 2025, um aumento de 40 pontos percentuais se comparado ao ano anterior. A expectativa é atingir US$ 3,5 trilhões em 2033, segundo dados do Grand View Research.

Mais de um terço desse mercado está concentrado na América do Norte, enquanto a América Latina representa apenas 7,6% dele. O Brasil sozinho representa 63% da fatia de mercado local da região. Segundo o levantamento Avança Tech Inteligência Artificial, da São Paulo Negócios, só a cidade de São Paulo movimentou algo em torno de R$ 1,7 bilhão em 2025.

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Entrada da SpaceX na bolsa pode consolidar Musk como um dos homens mais poderosos do planeta

Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, acompanhou lançamento da Starship junto com o bilionário Elon Musk, na base aérea da SpaceX — Foto: Brandon Bell/Pool via AP

A SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk, caminha para entrar na bolsa de valores dos Estados Unidos. O pedido de IPO foi protocolado na quarta-feira (20), com expectativa de estreia em meados de junho.

🔎 Um IPO é a primeira oferta pública de uma empresa, quando vende parte de suas ações e passa a ser negociada na bolsa de valores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

A SpaceX estima que seu valor de mercado seja de US$ 1,25 trilhão (cerca de R$ 6 trilhões). As ações da empresa devem ser negociadas na Nasdaq (bolsa de tecnologia norte-americana) sob o código SPCX.

A abertura de capital da SpaceX, antes considerada improvável pelo bilionário, agora é vista como um desejo de Musk, e pode ampliar ainda mais sua influência nos setores de tecnologia e espacial, além da geopolítica.

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