Noruega inaugura ônibus sem motorista no transporte público
A liberação marca a transição para um modelo de operação sem condutor em um ambiente controlado, em meio à escassez de mão de obra no setor de transporte público europeu, que enfrenta déficit estimado de mais de 105 mil motoristas de ônibus.
Cientistas restauram memória em camundongos idosos com spray nasal inovador

Cientistas da Universidade Texas A&M desenvolveram um spray nasal que reduz a inflamação cerebral e restaura funções de memória perdidas em camundongos. A equipe de pesquisa acredita que resultados similares podem ser observados em humanos, com mais pesquisas e desenvolvimento.
O spray tem como alvo a “neuroinflamação” – pequenos focos de estresse crônico no cérebro envelhecido – que está ligada ao declínio cognitivo relacionado à idade e acredita-se que desempenha um papel em distúrbios neurológicos como o Alzheimer.
Os pesquisadores comparam a neuroinflamação a partes de um motor que estão sempre funcionando quentes. Nos modelos de camundongos, o spray direcionou esses pontos críticos com milhões de bolhas biológicas microscópicas, conhecidas como vesículas extracelulares (EVs), repletas de proteínas e instruções genéticas produzidas a partir de células-tronco humanas.
Blue Origin reutiliza propulsor do foguete New Glenn e acirra disputa com SpaceX
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A Blue Origin, empresa espacial do bilionário americano Jeff Bezos, reutilizou e recuperou com sucesso neste domingo (19) um propulsor para seu enorme foguete New Glenn, uma façanha técnica que pode aumentar seu ritmo de lançamentos e ampliar sua rivalidade com a empresa SpaceX.
A empresa de Bezos já havia lançado o New Glenn em duas oportunidades, mas apenas com propulsores novos.
Antes, havia lançado seu foguete menor, o New Shepard, utilizado principalmente para o turismo espacial suborbital, com componentes reutilizados, embora em uma operação tecnicamente menos exigente.
A reutilização inédita do propulsor acontece em um cenário de concorrência intensa entre a empresa de Bezos e a SpaceX, do magnata da tecnologia Elon Musk, que também já recuperou um propulsor de um foguete lançado.
Starbucks integra ChatGPT ao pedido de café — e isso muda o que você entende por experiência do cliente

A gigante do café lançou um aplicativo beta integrado ao ChatGPT que sugere bebidas com base no estado de espírito, nas preferências ou até em uma foto enviada pelo cliente. A novidade está disponível para consumidores nos Estados Unidos a partir de 15 de abril de 2026 e representa um dos primeiros movimentos de uma grande rede de alimentação em embutir IA diretamente na jornada de descoberta e compra.
Por que isso importa?
Não se trata de mais um chatbot de atendimento. A Starbucks está testando algo mais profundo: usar IA para influenciar a decisão de compra antes mesmo de o cliente abrir o menu. Isso muda a lógica do varejo — o ponto de partida deixa de ser o produto e passa a ser a emoção do consumidor.
Para empresas brasileiras que vendem experiência, produto customizável ou têm alto volume de SKUs, esse movimento é um sinal claro de onde o mercado está indo.
O que está acontecendo
Dentro do ChatGPT, o usuário aciona o app da Starbucks com comandos como “algo refrescante para uma tarde quente” ou “um boost que não seja muito doce”. Também é possível enviar uma foto — do look do dia, da janela com chuva, do ambiente — e receber sugestões de bebidas que combinam com a vibe.
Robô de origami inspirado na biologia carrega 1.700x seu peso

Robôs inspirados na biologia, ou biomiméticos, e robôs feitos com técnicas de origami já se incorporaram ao dia a dia não apenas da robótica, mas também de vários tipos de mecanismos e sistemas de automação.
Mas Wenzhong Yan e colegas da Universidade da Califórnia de Davis, nos EUA, queriam ver as duas coisas juntas, e o resultado não poderia ser melhor.
Depois de vários projetos, Yan desenvolveu um robô do tamanho de um inseto, sem nenhum componente eletrônico, que consegue saltar continuamente usando apenas a energia da luz. E ele ainda consegue saltar levantando peso – muito peso.
O robô é feito principalmente de um elastômero de cristal líquido, um material macio semelhante à borracha que muda de forma quando exposto à luz, podendo armazenar e liberar energia quando combinado com um feixe curvo especial. Quando a luz incide sobre o robô, o material se dobra, liberando repentinamente toda a energia acumulada – é um princípio que imita as cápsulas de sementes de algumas plantas.