A China está vencendo uma corrida pela IA, os EUA outra — mas qualquer um dos dois pode conseguir dianteira
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Na segunda metade do século 20, a corrida pelo desenvolvimento de armas nucleares mobilizou algumas das mentes mais brilhantes dos Estados Unidos e da União Soviética.
Mas hoje, os EUA se encontram em uma disputa de natureza diferente e com outro adversário: a China. O objetivo é dominar a tecnologia, em especial a Inteligência Artificial (IA).
É uma luta travada em laboratórios de pesquisa, campi universitários e escritórios de startups de ponta — acompanhada de perto por líderes de algumas das empresas mais valiosas do mundo e pelos mais altos níveis de governo. É um esforço que movimenta trilhões de dólares.
Cada um dos lados tem seus pontos fortes — algo que Nick Wright, pesquisador em neurociência cognitiva da University College London, no Reino Unido, resume como uma batalha entre “cérebros” e “corpos”. Os EUA tradicionalmente lideram nos chamados “cérebros” da IA: chatbots, microchips e grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês). Já a China tem se destacado no quesito “corpos” de IA: robôs — especialmente os robôs “humanoides”, que se parecem assustadoramente com pessoas.
Protótipo de ‘carro voador’ da Embraer completa 50 voos de teste
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A Eve Air Mobility, empresa subsidiária da Embraer, informou nesta quinta-feira (9) que realizou 50 voos de teste com seu protótipo de “carro voador” (oficialmente conhecido como eVTOL) desde a estreia, em dezembro de 2025.
Ao todo, os testes já somam mais de duas horas de voo.
A empresa prevê iniciar ainda este ano a produção de protótipos de conformidade. Serão seis unidades usadas na campanha de certificação junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), cuja aprovação é necessária antes da entrada em operação.
“Alcançar 50 voos de teste com nosso protótipo de engenharia vai além de um marco técnico. É uma evidência clara da maturidade do nosso programa”, afirmou Johann Bordais, CEO da Eve Air Mobility.
JBS inaugura centro de biotecnologia para “superproteínas” em Florianópolis
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A JBS inaugurou nesta quarta-feira (1º), em Florianópolis (SC), a JBS Biotech, centro de biotecnologia avançada que nasce com uma ambição clara: desenvolver as chamadas “superproteínas”, ingredientes com propriedades nutricionais e funcionais desenhadas em nível molecular para atender demandas específicas de consumo.
A unidade atua em saúde animal, nutrição de precisão e no desenvolvimento de proteínas funcionais e alternativas, elevando o padrão competitivo da cadeia de proteína animal. Gigante global e maior produtora de proteína do mundo, a JBS, com receita de US$ 86 bilhões, presença em 20 países, mais de 450 plantas e 280 mil funcionários, avança para liderar a nova fronteira das proteínas.
Instalado no Sapiens Parque, o complexo é liderado pela CEO da JBS Biotech, Fernanda Berti, engenheira química e doutora em Desenvolvimento de Processos Químicos e Biotecnológicos, e foi estruturado para atuar desde a pesquisa inicial até a validação de novas tecnologias para aplicação industrial.
OpenAI, dona do ChatGPT, vê ameaça da IA ao emprego e defende semana de 4 dias
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Um relatório da OpenAI, dona do ChatGPT, propõe que o avanço da inteligência artificial não seja usado apenas para aumentar lucros, mas também para ampliar o bem-estar da população.
O documento da bigtech, intitulado “Política Industrial para a Era da Inteligência”, foi divulgado neste mês.
Nele, a empresa afirma que, enquanto novas formas de trabalho surgirão, “alguns empregos desaparecerão” e indústrias inteiras serão remodeladas em uma velocidade sem precedentes históricos.
Entre as propostas apresentadas, a OpenAI defende a redução da jornada de trabalho sem corte de salários. A sugestão é incentivar testes com semanas de quatro dias (32 horas), mantendo os níveis de produção e serviço.
Avião movido a etanol pode marcar novo avanço da aviação sustentável

Uma inovação desenvolvida no Brasil promete abrir um novo capítulo na aviação mundial. A empresa gaúcha Aeromot, sediada em Porto Alegre, anunciou o desenvolvimento do AMT-X, projeto que busca se tornar a primeira aeronave de transporte do mundo movida a etanol.
A proposta é utilizar o etanol — combustível renovável amplamente produzido no Brasil — como alternativa aos combustíveis fósseis tradicionalmente utilizados na aviação. A iniciativa tem como objetivo reduzir as emissões de carbono e tornar o transporte aéreo mais sustentável, acompanhando as transformações ambientais que vêm sendo discutidas em todo o mundo.
O projeto está em fase de desenvolvimento e vem despertando grande interesse no setor aeronáutico e entre especialistas em energia. A expectativa é que a aeronave possa ser utilizada principalmente em voos regionais e operações de transporte, ampliando as alternativas de mobilidade aérea com menor impacto ambiental.
Além do avanço tecnológico, a iniciativa reforça o protagonismo do Brasil na área de biocombustíveis, setor no qual o país possui experiência consolidada, especialmente na produção e utilização do etanol.