Conclave: quais tecnologias serão usadas para evitar vazamento
Grande aparato tecnológico é utilizado para prevenir vazamentos e interferências no Conclave, eleição secreta responsável por definir o próximo papa. A votação começa nesta quarta-feira (7), no Vaticano. Ao todo, são 133 cardeais participantes.
Quais tecnologias serão usadas para evitar vazamento no Conclave
Na segunda-feira (5), o escritório do governador da Cidade do Vaticano enviou uma nota endereçada aos “Prezados Clientes” informando que as torres de telefonia celular serão desativadas às 15h, no horário local (10h de Brasília) desta quarta-feira (7) e permanecerão desligadas até que o nome do novo papa seja anunciado.
Bloqueadores de sinal de celular teriam sido instalados sob um piso elevado para proporcionar uma plataforma até o altar, que é vários degraus mais alto do que o resto da capela. Esses artefatos também podem estar perto das janelas superiores da capela, que estão a uma altura de cerca de 20 metros.
“Uma grande proteção será criada em torno dos cardeais o tempo todo”, pontuou uma fonte familiarizada com alguns dos procedimentos de segurança à Reuters. “Se eles decidirem caminhar pelos jardins ou fumar do lado de fora, ninguém poderá se aproximar deles”, adicionou.
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Pix: tecnologia brasileira em outros países; entenda como o Brasil virou referência
Como o Brasil está lidando com a evolução das tecnologias financeiras? O Pix, por exemplo, virou um modelo de sucesso internacional, sendo usado até fora do Brasil. Mas o que mais está sendo feito para digitalizar o setor financeiro e manter a competitividade no mercado global?
Para explicar esses desafios e as oportunidades que estão surgindo, Luciano Sobral, sócio da Capco Brasil, participou da última edição do podcast do Future of Money. Ele nos explicou como o Brasil está se posicionando como líder em inovação financeira e o que o futuro reserva para a digitalização dos serviços bancários e da indústria como um todo. Assista ao vídeo ou, se preferir, nos acompanhe no Spotify: veja o vídeo
Parceria da Univali cria inovação contra o Alzheimer
A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e universidades da Coreia do Sul, como Dan Kook e Cheyang, registraram a patente de um produto com potencial para tratar o Alzheimer. O projeto, coordenado pelo reitor da Univali, professor Valdir Cechinel Filho, é acumulou anos de pesquisa e uma parceria que une fitoquímica brasileira com as tecnologias avançadas da Coreia do Sul.
“A gente iniciou o projeto com a Universidade de Dan Kook por meio de um projeto aprovado pelo CNPq. Estudamos uma planta aqui no Brasil, o guaranabi, que já evidenciava potenciais terapêuticos. Encontramos mais de 2 mil indivíduos dessa planta em uma fazenda no Espírito Santo, o que nos permitiu planejar a produção em escala para um futuro fitoterápico ou até um fármaco,” explicou Cechinel.
Embora os estudos ainda estejam em fase preliminar, os resultados obtidos in vitro são promissores. “O importante é que é difícil você encontrar plantas com o potencial que encontramos. Os experimentos mostram um efeito significativo, mas ainda temos um longo caminho até os testes clínicos em seres humanos,” afirmou o reitor.
Como a IA fabrica memórias falsas e reescreve a sua história
Sabemos que a IA traz diferentes impactos éticos, sociais e econômicos. Desde o risco do desemprego até os dilemas regulatórios, esses são temas que nos afetam de maneira direta e estão em debates na mídia e nos principais fóruns internacionais.
Um exemplo dessas consequências é o termo DeepFake. O processo envolve a criação de conteúdos de áudio ou vídeo fabricados que podem ser utilizados para fins maliciosos e disseminação de desinformação.
Vídeos de Drauzio Varella e Pedro Bial vendendo pílulas contra a calvície, que viralizaram no Instagram e TikTok, são exemplos desse fenômeno. Os dois nunca gravaram esses conteúdos – muito menos deram permissão. Criminosos fabricaram esses vídeos para aplicar golpes na Internet.
Conheça o anticoncepcional masculino mais inovador do mundo
Um novo capítulo na história da contracepção está prestes a ser escrito — e os protagonistas, dessa vez, são os homens. Nos últimos anos, a busca por alternativas contraceptivas eficazes, seguras e reversíveis tem impulsionado avanços no campo da biotecnologia. Um dos mais promissores é o ADAM, o primeiro anticoncepcional masculino não hormonal e reversível que pode mudar radicalmente o cenário da saúde reprodutiva.
Desenvolvido pela empresa norte-americana Contraline, o ADAM encontra-se atualmente em fase de testes clínicos e já é considerado a alternativa mais próxima da tão esperada “pílula masculina”. Diferente da vasectomia, o ADAM não exige cirurgia definitiva, e o processo pode ser revertido naturalmente, oferecendo ao homem o controle temporário da fertilidade com liberdade para retomar sua capacidade reprodutiva.
O ADAM é um hidrogel injetável aplicado diretamente nos ductos deferentes, os canais que transportam os espermatozoides dos testículos até a uretra. Após a aplicação, o gel atua como uma barreira física, bloqueando a passagem dos espermatozoides, mas sem interferir na produção hormonal, libido, ejaculação ou prazer sexual — uma das grandes preocupações nos métodos em desenvolvimento.